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ÁREAS DE INTERVENÇÃO

Intervenção Individual

A intervenção individual tem um foco nas necessidades e desafios específicos de cada pessoa.
Algumas temáticas podem incluir: 

  • Luto 

  • Gestão de transições de vida (e.g., mudança de trabalho, divórcio ou separação amorosa) 

  • Dificuldades nos relacionamentos interpessoais e familiares 

  • Ansiedade 

  • Depressão 

  • Gestão do Stress Laboral 

  • Dificuldades na Regulação Emocional 

  • Dificuldades de Sono 

  • Desenvolvimento Pessoal e Autoestima 

  • Gestão de Fatores de Stress Culturais e Sociais 

  • Desafios em gerir doenças físicas (e.g., cancro ou doenças crónicas) 

  • Burnout Parental 

  • Burnout  

Intervenção de Casal e Familiar 

A Intervenção de casal concentra-se nas dinâmicas conjugais de casais monogâmicos e/ou não monogâmicos a partir de uma perspetiva sistémica. ​


Alguns temas podem incluir:

  • Gestão de conflitos e resolução de problemas.

  • Desinvestimento no relacionamento conjugal.

  • Dificuldade na educação e nos comportamentos dos filhos.

  • Conflitos familiares.

  • Problemas ao nível da intimidade e do desejo sexual.

  • Dificuldades na comunicação.

  • Adaptabilidade a mudanças e transições de vida.

  • Infidelidade.

  • Problemas de infertilidade. 

  • Gestão da Perda Gestacional.

  • Gestão de diferenças culturais, sociais e de projetos de vida.

  • Gestão de relacionamentos à distância.

  • Dificuldades na gestão de expectativas e papéis no relacionamento.

  • Desafios associados a questões de saúde mental ou doença física.

  • Preparação para o casamento. 

  • Preparação para a transição para a parentalidade.


A Intervenção familiar foca-se nas dinâmicas familiares nos diferentes sistemas (e.g., sistema parental ou sistema fraternal).
Alguns temas podem incluir: 

  • Conflitos entre gerações. 

  • Desafios com um ou mais membros da família (e.g., dificuldade em gerir a depressão de um dos membros).

  • Divórcio ou Separação.

  • Gestão de desafios associados a pessoas com necessidades educativas especiais 

  • Luto coletivo .

  • Alterações das dinâmicas familiares. 

  • Dificuldades parentais.

  • Doença de um dos membros da família.

  • Desafios das famílias reconstituidas. 

Quando devo pedir ajuda?

Pedir ajuda é um dos passos mais difíceis. Envolve reconhecer e identificar as dificuldades por que estamos a passar. Também implica a escolha de um profissional de saúde mental a quem depositamos a confiança de nos acolher num momento de fragilidade e vulnerabilidade.  

 

Devo pedir ajuda individual quando: 

  • Os sentimentos de ansiedade, sofrimento, depressão e angústia se estão a prolongar no tempo e a ter um impacto significativo no dia a dia. 

  • As preocupações e dificuldades são constantes e quando já não conseguimos com os recursos existentes gerir ou diminuí-las 

  • Existem alterações significativas no apetite, sono, níveis de energia, interesse e relacionamentos sociais 

  • Dificuldades persistentes nos relacionamentos interpessoais com um impacto significativo individual e relacional 

  • Existe um afastamento social, relacional e familiar com um sofrimento associado. 

  • A gestão das emoções é inadaptativa e prejudicial para a pessoa e para as outras pessoas. 

  • Sentimos que os nossos recursos atuais não são suficientes para garantir a nossa saúde mental. 

Devo pedir ajuda de casal quando: 

  • Já existiram várias tentativas de resolver os problemas sem uma mudança significativa. 

  • Existem problemas de comunicação consistentes que resultam em momentos de escalada de conflito. 

  • A comunicação é destrutiva, pautada por críticas, defensividade, gritos, desprezo e escalada de conflito. 

  • A visão sobre a outra pessoa se está a tornar muito negativa ou extremamente focada nas suas falhas. 

  • Existem relacionamentos extraconjugais. 

  • Existe um desinvestimento no relacionamento sexual, tornando-o não gratificante ou satisfatório. 

  • Existem expetativas irrealistas nos relacionamentos. 

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